Em situações de conflito ou impasse, a comunicação direta é frequentemente interrompida. A marioneta é uma terceira parte neutra. Não julga. Permite moderar a conversa e reviver cenas difíceis com a distância necessária.

1. O bastão da palavra do grupo
O conceito: regular a ordem de intervenção num grupo.
Desenvolvimento: Em círculo, apenas quem tem a marioneta na mão (ou quem lhe segura a mão) pode falar. Isto concentra a atenção e ajuda as crianças mais impulsivas a esperar pela sua vez.
Material: Marionetas de tamanho grande (65 cm).

2. Repetir a cena do conflito
O conceito: Analisar uma discussão com algum distanciamento.
Desenvolvimento: Duas crianças discutiram. Pegamos em duas marionetas (por exemplo: um cão e um gato) e perguntamos-lhes: «Mostrem-me o que o cão e o gato fizeram?». Ao representar a cena através dos objetos, a emoção acalma.
Material: Vários animais (cão, gato, coelho).

3. A inibição da confiança sussurrada
O conceito: Ajudar crianças tímidas ou que não falam.
Desenvolvimento: O adulto coloca a marioneta junto ao ouvido e diz: «O coelho perguntou-me como te chamas, mas ele é tímido...». A criança é convidada a sussurrar a resposta ao ouvido do peluche.
Material: Animais fofinhos com orelhas grandes (coelhos, fennecs).
💡 Conselho do especialista: «A neutralidade»
Na mediação, a marioneta nunca deve tomar partido. Ela faz perguntas inocentes: «A sério? Ele bateu? E doeu?». Permite verbalizar os factos sem acusar.
Ferramentas de mediação profissional
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